Jingle my Balls - Jenika Snow & Jordan Marie
25/12/2017
NICK
Minha firma foi contratada para que Holly receba seu maior desejo de Natal.
As regras são simples:
Sedução e fantasia, e absolutamente sem sexo.
Mas, no momento que eu dou uma olhada na deliciosa ruiva todas as regras vão pela janela mais rápido que o trenó do Noel na noite de natal.
Eu não deveria tocar ela, mas é temporada de dar, afinal.
E eu realmente quero dar para Holly uma noite que nós dois nunca esqueceremos.
O problema é, uma vez que ela enrola sua doce língua na minha bengala doce,
eu quero muito mais do que apenas uma noite.
Aviso: Bem vindos ao 'Hot-Bite Christmas' da Jenika e Jordan, onde os pacotes são grandes, as meias estão definitivamente penduradas, e a neve não é a única coisa que fica arada. Nós decidimos que fomos boa esse ano, então puxe uma cadeira e aproveite uma rápida, suja e pequena xícara de bebida natalina.
* Traduzido pelo blog para a postagem *
Não sou a maior leitora de livros de Natal, mas esse ano resolvi sair da minha zona de conforto e ler mais livros que por um motivo ou outro não entrariam na minha lista normalmente. Acontece que não é segredo que eu gosto de uma história quente - e com o Jonny James na capa, como resistir? O livro faz parte da série Hot-Bites Novellas , que conta com quatro volumes até o momento, mas todos com histórias individuais, sem conexão entre os personagens.
Se a pequena Holly jogar suas cartas direito,
este Noel pode simplesmente decorar seu pequeno lindo corpo para o Natal.
Com p*rr@.
Já imaginou o Papai Noel todo tatuado, com uma boca suja e o corpo perfeito para o pecado? Então, eu também não sabia que "Santa" poderia ser tão quente! Já pensou se esse mesmo Papai Noel te encontra na rua e tudo nele sugere uma tarde inesquecível? Como dizer não? É o que Holly pensa e resolve entrar no jogo desse sexy estranho e acaba com ele em um quarto de hotel.
O livro é curto e a leitura é bem rápida de se fazer, então não vou me ater com muito mais detalhes da história. A narrativa é envolvente, tem seus momentos quentes, mas também tem um toque leve, divertido e uma pitadinha de mistério de como será o felizes para sempre. E ao terminar o epílogo, fiquei com aquela sensação de quero mais.
Jingle my Balls é um daqueles livros quentes, para animar um pouco a tarde de quem curte o estilo - mas que não vai muito fundo no desenvolvimento dos personagens, nem na história. É para quem não se importa com amor/luxúria instantânea e procura uma leitura rápida, sem dramas e com final feliz garantido.
Her Beast, His Beauty - Jenika Snow
10/12/2017
From the moment I saw her I knew I couldn’t let her go.
For a decade I’d stayed secluded, my appearance and attitude frightening people, keeping them away. But I’d come to like that, grow stronger from it. And then she came into my life, a spitfire of a woman who challenged me and showed no fear.
I should have sent her away for her own good, but I was too selfish to let her go.
I wanted her as mine even though I didn’t deserve her.
BRITTA
I should have been afraid when he said I was his.
His heart has grown hard and cold, his isolation making him hate the world. He thinks people should fear him because of the scars he bears, but I find beauty in them. I was just the housekeeper, but I can’t help how I feel for him.
Maybe he is a beast, a vicious animal hidden under a hard, powerful body. Maybe I should run, but I know he’ll come for me, find me. But deep down, where I can’t lie, I want him to be mine.
And that frightens me most of all.
Warning: This is a sweet, fast retelling of Beauty and the Beast. But this isn’t that fairytale you heard long ago. It’s packed full of hot, dirty bits that’ll make you squirm while you’re reading it. Don’t worry; it’s got that sticky sweet Happily Ever After we all crave.
Eu adoro releitura de contos de fadas, quando eles se tornam mais quentes e sexys fica ainda melho, então é claro que Her Beast His Beauty da Jenika Snow estaria na minha lista de leituras. E com uma capa linda e sexy como essa, como dizer não para o livro?
Because being afraid was better than feeling nothing at all.
Rofus é um multimilionário que depois de um acidente de carro que o deixou com cicatrizes se tornou recluso. Além disso sua determinação em conseguir o que quer a qualquer preço e sua atitude o tornaram conhecidos como A Besta.
Britta precisa desesperadamente de um emprego, então mesmo sem as referências ou experiência ela se candidata a uma vaga de empregada que encontra no jornal. Ela está em uma situação difícil precisando de um local para morar e de dinheiro, então a vaga é uma grande oportunidade para ela poder se reeguer.
This was fast, fucking crazy in all senses of the word. But it was real, and I hadn’t felt anything like this before.
No momento em que Rofus a vê pelo equipamento de segurança ele sente que não pode deixar essa bela mulher ir embora. Ele precisa que ela seja dele assim como ele deseja ser dela. Duas semanas se passam até que ele se apresenta para ela e a atração entre os dois é inegavel. Por um lado, ele teme que ela não seja diferente de todos e se assuste com suas cicatrizes, por outro, ela era para ser apenas a empregada mas ela não consegue parar de pensar nele e deseja mais.
Her Beast, His Beauty é uma história curta, mas que consegue ser doce e encantadora. Temos os elementos do conto - a jovem bela, o recluso de temperamento forte, as rosas - em uma atmosfera sexy e com um encontro quente entre os dois, além de um final fofo, com direito a dois epilogos.
As crazy as it sounded, I felt like I was right where I should be.
Eu adoro a escrita da Jenika Snow - e sempre que termino um de seus livros fico com a maior vontade de que eles fossem maiores. Para mim, esse é o único ponto fraco da história. Segundo a Amazon, o livro tem 58 paginas e me deixou na maior vontade de saber mais (mais sobre o acidente, mais sobre passado da Britta e até ver mais a vida do casal juntos), mesmo assim foi uma ótima leitura.
Para quem como eu gosta de uma outra versão dos contos de fadas, que gosta de romance, não se incomoda com instalove e adora um final feliz, Her Beast His Beauty é mais do que uma dica certa - e o ebook está disponível pelo Kindle Unlimited. Eu adorei a leitura!
Nesta série, a autora best-seller do The New York Times e do USA Today, Whitney Gracia Williams, mistura os mundos do Direito e da dança em uma narrativa apaixonante e erótica que vai fazer o leitor rir, chorar e querer (sempre) um pouco mais.
Andrew Hamilton é um advogado extraordinário que só se envolve com mulheres que conhece pela internet. Sua astúcia e beleza, porém, preservam um segredo do passado aquilo que fez dele o homem que hoje é. Seu lema com as mulheres é simples e direto: Uma noite e nada mais. Até o dia em que uma mulher especial entra em sua vida, fazendo-o rever suas convicções sobre relacionamentos e virando seu mundo de pernas para o ar...
"Sexo casual. Nada mais, nada menos."
Quando vi o lançamento de Uma noite e Nada mais, fiquei super curiosa. A ideia de misturar dança e direito, além de um romance quente poderia render uma boa história. Aí vi o livro (que na versão física tem pouco mais de 100 páginas) e me desanimei um pouquinho. Não pelo tamanho, até mesmo porque não é o tamanho que faz o conteúdo, mas por imaginar que, como não era um livro único com certeza teria um final aberto.
Como eu estou lendo muitos e-books, acabei optando por colocar esse na lista e ver se eu iria ou não curtir a história. E um par de horas depois, qual não foi a minha alegria em ter esperado um pouquinho para já poder partir para o segundo livro... Fiquei com a sensação de que se tivesse lido no lançamento, minhas unhas não iriam sobreviver até o segundo sair por aqui... O bom é que os três já estão disponíveis tanto na versão física como em e-book (que estão com um preço lindo na Amazon, cada um dos três por apenas R$ 4,90).
De um certo modo, Uma noite e nada mais não é nada tão novo assim. Quer dizer, temos Andrew um cara rico e interessante, mas que tem um lema que segue a risca: "um jantar, uma noite, sem repetições". Ele marca seus encontros pela internet e não fica com a mesma mulher mais de uma vez.
Após dizer isso, vocês já devem imaginar o que vem a seguir, não é mesmo?
Sim, ele encontra uma mulher que faz ele repensar toda essa coisa de apenas uma noite.
Mas, embora a premissa tenha alguns clichês, a história não é apenas isso.
O grande diferencial é a narrativa de Whitney G. Ela te fisga desde o prólogo, e durante toda a narrativa você vai rir, vai ficar com raiva do Andrew e querer dar uns tapas mas também vai torcer para que tudo acabe dando certo, vai se encantar e também vai se apaixonar. E, claro, sem esquecer as cenas mais quentes que foram escritas com uma química evidente entre os personagens fazendo com que a temperatura suba...
O grande diferencial é a narrativa de Whitney G. Ela te fisga desde o prólogo, e durante toda a narrativa você vai rir, vai ficar com raiva do Andrew e querer dar uns tapas mas também vai torcer para que tudo acabe dando certo, vai se encantar e também vai se apaixonar. E, claro, sem esquecer as cenas mais quentes que foram escritas com uma química evidente entre os personagens fazendo com que a temperatura suba...
Andrew não tem amigos e é aquele tipo de personagem que em um outro livro você provavelmente iria odiá-lo. Ele é um idiota - em muitos momentos. Sabe aqueles caras que você tem vontade de bater e de lamber ao mesmo tempo? Então...
Ele é advogado, mas odeia mentiras. Na verdade ele não tolera mentira em sua vida pessoal.
Esse é um dos motivos de ele passar apenas uma noite com uma mulher - já que isso não dá muitas oportunidades para mentiras.
Aubrey - sonha em ser bailarina, mas sua família sonha que ela seja uma grande advogada. Então, tentando encontrar um equilíbrio entre os dois lados, enquanto ensaia para uma grande peça ela também começa um estagiário em uma grande firma. Adivinha com quem???
Sim, com o quente Andrew.
Aubrey e Andrew tem uma tensão entre eles que é muito bem construída. Não precisa de muitas páginas para a gente perceber a ligação que os dois tem entre eles - e olha que eles estão no ambiente de trabalho e nem se tocaram ainda.

"Como você é?""Como um homem que quer te foder."
Juntando tudo, lembra que eu comentei que Andrew marca seus encontros pela internet?
Então... É através dela que ele conhece Alyssa. Mas não em um site de encontros, e sim em um chat de advogados.
Então... É através dela que ele conhece Alyssa. Mas não em um site de encontros, e sim em um chat de advogados.
Eles começam conversando sobre um caso que Alyssa tem algumas dúvidas, mas a conversa continua e durante seis meses eles passam a se conhecer um pouco mais e formar uma certa amizade.
Eles se falam todos os dias, e é inevitável para Andrew desejar Alyssa em sua cama.
Mas eles nunca se encontraram e Alyssa é meio inflexível quanto a um encontro.
Eles se falam todos os dias, e é inevitável para Andrew desejar Alyssa em sua cama.
Mas eles nunca se encontraram e Alyssa é meio inflexível quanto a um encontro.
Depois de muito tentar, Alyssa e Andrew finalmente se encontram. Acontece que Alyssa mentiu... Seu nome não é Alyssa. E eu já disse como Andrew odeia mentiras, não disse?
Só que ela não foi a única a mentir... Andrew também mentiu e é nesse ponto que as coisas realmente começam.
A narrativa da Whitney é muito gostosa de acompanhar e os detalhes vão sendo inseridos de forma rápida, direta e que faz sentido com o que está acontecendo. A explicação vem quando é necessária e sem muita enrolação.
A química entre os personagens é incrível, a Aubrey conquista com seu jeito e sua determinação ao tentar alcançar seus objetivos e até a boca suja do Andrew me agradou. Ele tem bem o tipo de quem tem conversas maliciosas - e até assuntos jurídicos parecem bem mais interessantes.
Outro ponto legal é que cada capítulo começa com uma nomenclatura usada no Direito e com a sua explicação. E ela sempre combina com o capítulo.
Essa primeira parte é rápida e até poderia ter mais algumas páginas, mas na minha opinião tem todo o necessário para um ótimo início. Foi o tanto certo para conhecer a escrita da autora e conhecer a trilogia. Uma noite e nada mais é uma leitura que flui rapidamente, que conta com uma trama cativante, ótimos diálogos e personagens interessantes, além de ser uma história gostosa e envolvente.
E tenho certeza que você, assim como eu, vai querer o segundo o quanto antes já que o final é daquele tipo "não acredito que acabou agora, cadê o resto?"
Eu adorei, e com certeza quero ele também na minha estante!!!!
Só que ela não foi a única a mentir... Andrew também mentiu e é nesse ponto que as coisas realmente começam.
" - Por que quer ser advogada, senhorita Everhart?Sim, o livro é curto e tem um monte de detalhes acontecendo, mas não pense que eu dei muitos detalhes na minha resenha. Como o livro é narrado de forma intercalada entre os dois personagens, logo nos primeiros capítulos a gente já conhece o que pode parecer spoilers.
- Gosto de ferrar com as pessoas - ela disse - E acho que poderia ser muito bem paga por isso."
A narrativa da Whitney é muito gostosa de acompanhar e os detalhes vão sendo inseridos de forma rápida, direta e que faz sentido com o que está acontecendo. A explicação vem quando é necessária e sem muita enrolação.
A química entre os personagens é incrível, a Aubrey conquista com seu jeito e sua determinação ao tentar alcançar seus objetivos e até a boca suja do Andrew me agradou. Ele tem bem o tipo de quem tem conversas maliciosas - e até assuntos jurídicos parecem bem mais interessantes.
Outro ponto legal é que cada capítulo começa com uma nomenclatura usada no Direito e com a sua explicação. E ela sempre combina com o capítulo.
Essa primeira parte é rápida e até poderia ter mais algumas páginas, mas na minha opinião tem todo o necessário para um ótimo início. Foi o tanto certo para conhecer a escrita da autora e conhecer a trilogia. Uma noite e nada mais é uma leitura que flui rapidamente, que conta com uma trama cativante, ótimos diálogos e personagens interessantes, além de ser uma história gostosa e envolvente.
E tenho certeza que você, assim como eu, vai querer o segundo o quanto antes já que o final é daquele tipo "não acredito que acabou agora, cadê o resto?"
Eu adorei, e com certeza quero ele também na minha estante!!!!
Nos braços do roqueiro - Terri Anne Browning
23/10/2016
Sair em turnê com quatro roqueiros parece um sonho...
Pelo menos é o que as pessoas me dizem. Para mim, esses quatro roqueiros são a minha família. Cuidam de mim desde meus cinco anos de idade, protegendo-me da minha mãe e de seus episódios de fúria quando estava bêbada e drogada. Mesmo depois de famosos, continuaram cuidando de mim. E quando meu monstro de mãe morreu, eles se tornaram meus guardiões.
Há seis anos eu cuido dos quatro homens que são tudo para mim. Tomo conta deles da mesma maneira que sempre cuidaram de mim. Resolvo tudo, até as sujeiras dos bastidores da vida de um roqueiro. Nem sempre é bonito. Às vezes, chega a ser quase repugnante, principalmente quando tenho que me livrar das transas aleatórias. Ugh!
Realmente não me incomoda tomar conta deles. Quero dizer, não é como se estive apaixonada por um deles. Isso seria loucura. Se apaixonar por um roqueiro NÃO é inteligente.
Tudo bem, então não sou inteligente. Eu amo os meus garotos, e um deles, meio que tem meu coração em sua, grande e calejada, mão roqueira. Mas estou lidando bem com a situação. Por anos, fui capaz de manter o meu pequeno segredo.
Mas, não agora. No entanto, preciso enfrentar o que quer que esteja acontecendo comigo. Isso me assusta pra caramba. Eu odeio médicos, mas de repente, estou mais preocupada em descobrir o que tem de errado comigo, do que o que algum médico poderia me fazer.
Depois de receber o resultado dos meus exames, minha vida nunca mais será a mesma novamente...
Você já pensou em sair em turnê com quatro roqueiros maravilhosos? É isso o que a Emmie faz. Acontece que a sua vida não é fácil e desde muito nova ela tem um monte de problemas para lidar. Filha de uma mãe que surta e a espanca cada vez que ela está bêbada ou chapada, Em aprendeu a fugir e se esconder no trailer de Nik na maioria das situações. Mas, desde os cinco anos esses garotos cuidam dela - e sempre prometem para ela que quando a situação financeira de todos mudar, ela não será esquecida.
A banda consegue alcançar a fama e quando o monstro da mãe de Em morre, eles se tornam os guardiões da garota por quem eles sempre procuraram proteger como fosse possível. Já faz seis anos que ela trabalha com eles fazendo com que eles tenham tudo o que desejam. Ela é meio que a faz tudo da banda, a que sempre resolve o que os garotos precisam que seja resolvido - como hotéis, horários e até mandar embora as garotas de uma noite que acham que podem ser mais do que isso no dia seguinte. Acontece que a Emmie aparentemente está doente - e não é um mistério tão grande assim o que ela tem, embora ela seja uma pequena garotinha aos olhos dos roqueiros. Desde sempre ela é apaixonada por Nik, ele sempre foi o motivo para ela aguentar a mãe, ele sempre foi o motivo para todo o resto em sua vida. Mas se apaixonar por um roqueiro não é a melhor das atitudes que ela pode ter, ainda mais um que aparentemente não quer mais do que festa como todos os outros da banda.
"Nik está apaixonado? Eu não acho que possa lidar com isso. Não. Não, eu sei que não posso lidar com isso. Ele pode transar por aí o quanto ele quiser. Pode ter todo o sexo casual, o sexo sem sentido com estranhas aleatórias. Eu sou capaz de lidar com isso... Ok, talvez esteja por um fio tentando lidar com isso.
Mas se Nik está apaixonado, isso vai me destruir. Eu não poderia vê-lo com alguma vagabunda. E saber que seu coração pertencia a ela."
Quando eu comecei a ler o livro, achei que tinha tudo para vir uma ótima história de amor e superação... O prólogo é cheio de emoção e com toda aquela coisa do Nik cuidar da Emmie quando pequena prometia uma grande história... O tempo passa, a banda se firma e os garotos assumem a Em como responsabilidade deles, ela tem um emprego e eles a protegem. Além disso, ela se tornar a garota deles e eles os garotos dela - isso é uma coisa que poderia ter se perdido, mas ela tem os meninos como irmãos, e para ela, só o Nik era um amor diferente do que dos outros rapazes, isso tudo me empolgou bastante...
Infelizmente a autora deixou a história bem rasa. Ficou sem aprofundamento em nada - e para mim não colou esse lance de transar e achar que era um sonho... Sério, quem é que tem a melhor transa da sua vida e no dia seguinte acredita que é um sonho? E quem é que tem sua primeira noite com o cara que ama e no dia seguinte consegue fingir que nada - absolutamente nada - mudou? Poderia ter ido por um outro caminho, sei lá... E aí quando a Emmie aparece grávida o cara tem um ataque de ciúmes? É uma coisa tão machista que ele aparentemente pense que ela tem que se manter virgem e intocada enquanto coloca para fora da cama dele - e dos outros garotos - todas as transas de apenas uma noite... E depois, ao invés de abrir o jogo já que claramente a Em não acredita que o cara possa estar olhando para ela como algo a mais, ele ainda chama um monte de garotas para a casa só para fazer com que ela assuma que tem ciúmes dele? Ok que a Emmie também não é a mais clara das garotas e acaba fazendo umas cenas bem desnecessárias e isso tudo junto me cansou mesmo em um livro tão curto. (Eu li ele em e-book pelo Kindle onde a numeração muda conforme as configurações do aparelho usado, no meu informa 71 páginas e no Skoob consta como 148 páginas a versão física)
" - Você estava tão doente e lá estava eu, agindo como uma criança petulante porque você não estava caindo em meus braços como eu tinha sonhado.
Lembrar da sua música faz meu coração doer. Eu tinha tentado esquecer que Nik estava apaixonado.
- Eu não fiquei por muito tempo para ouvir sua música. Comecei a vomitar quando percebi que você estava... apaixonado - a última palavra sai sussurrada, e tenho que morder o lábio para evitar que trema.
- Doce, doce Emmie - ele murmura. - Ainda tão cega. Como posso abrir seus olhos, menina? Você precisa que eu soletre?"
Eu sei que falando assim parece que o livro não tem nada de bom, mas a Terri tem alguma coisa em sua narrativa que me fez continuar lendo. O carinho que esses garotos dedicam a Emmie, mesmo quando a própria vida deles não foi fácil é muito lindo de ver. São garotos tentando dar a uma menina que sofreu um lugar bom para se viver, garotos que não se deixaram levar pela forma como foram criados e que não esqueceram as suas origens e nem a deixaram para trás quando a fama e o dinheiro chegaram. O amor que existe entre os quatro com ela, a forma como todos se consideram uma família é linda de ver. E tirando as coisas que o casal faz - que no fundo é até esperado pelo passado de cada um deles, o amor entre eles é fofo e gostoso de acompanhar. Mesmo sem querer a gente torce pelos dois, para que eles sejam menos teimosos um com o outro e se entreguem de uma vez, que curtam o seu momento feliz.
Então, mesmo com uns pontos negativos e achando o livro raso, é uma leitura leve e gostosinha de se fazer. É ótimo para passar o tempo, tem seus momentos fofos, seus momentos quentes e a história fica muito melhor se você não esperar demais dela. É uma história curta, que deixa um gostinho de quero mais e é claro que quero saber o que vira para os outros garotos da banda... Até porque eles chamaram a minha atenção e pelo que li em alguns blogs americanos, a autora foi amadurecendo na escrita e os livros dessa série foram ficando cada vez melhores...
As imagens da postagem foram retiradas do Facebook da Editora Bezz.
A Garota do Calendário: Maio - Audrey Carlan
06/10/2016
Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Em maio, Mia vai trabalhar como modelo no Havaí, onde conhecerá Tai, um dos homens mais impressionantes que ela já viu. Com ele, Mia vai descobrir que o prazer não tem limites — e que ela deve aproveitar absolutamente tudo o que a vida tem a oferecer.
E aqui estou eu com mais um mês de A Garota do Calendário. Maio é hora de fazer as malas e partir para o Havaí, onde Mia irá trabalhar como modelo de uma coleção de roupas de praia. Nesse mês o contrato não conta com a comissão extra já que eles querem ela somente para as fotos da coleção. O que não quer dizer que a Mia não vai se divertir...
Antes de partir para o Havaí, Mia faz uma parada em Las Vegas para rever sua irmã e sua melhor amiga. Essa parte, me deixou em uma pequena contradição com o livro. Ao mesmo tempo que curti ver ela na 'vida normal', acho que ela estava meio que irritante nesse começo. A história do Wes se divertindo ainda parece uma pedra no sapato - mesmo que ela tenha feito exatamente o mesmo uma semana depois de ficar toda revoltada com ele...
"Mas, sério, pensa bem. O Wes deveria esperar que eu resolvesse a minha vida e me divertisse com quantos caras eu quisesse, enquanto ficava sentado esperando por mim?" (pág. 16)
Mia tem se tornado uma personagem com quem eu adoro me irritar. Quer dizer, ela tem algumas atitudes que realmente me irritam - como concordar que o Wes não tem que ficar esperando sentado por ela mas ao mesmo tempo se irritar com isso. No caso desse livro foi sua atitude no modo irmã-super-protetora-e-ciumenta com a Maddy. Mesmo assim, eu a entendo. Dá para entender o motivo de ela ter as atitudes que tem e isso faz com que seja algo que, embora me irrite não chega a me incomodar realmente.
Por outro lado, temos a narrativa super envolvente e gostosa de acompanhar da Audrey. Mesmo sendo um pouquinho previsível de uma forma geral, ainda consigo me surpreender durante a leitura e gostar de estar acompanhando a jornada da Mia. Ainda mais em um cenário lindo, que dá a maior vontade de conhecer. Viajar para o Havaí pela narrativa da Audrey me deu a maior vontade de ir para a praia e passar um tempo no sol, mesmo não curtindo calor e nada do tipo. E olha que eu nem estou falando do samoano que consegue ser impressionante ao ponto de fazer você esquecer todo o cenário.
Tai é um homem incrível. Além de lindo, todo sexy e super quente, ele tem uma personalidade que qualquer mulher seria muito sortuda em encontrá-lo por aí. É aquele tipo de homem para casar - pois é perfeito em todos os sentidos. O relacionamento entre ele e Mia surge de maneira instantânea - e os dois pegam fogo juntos. Tudo bem que depois de uma noite com um cara desses, qualquer mulher ficaria querendo por mais sexo o tempo inteiro. Mas a Mia anda com um fogo cada vez mais difícil de apagar - e tem alguns momentos em que ela parece que não consegue pensar em nada mais do que sexo.
Eu não tenho problemas com livros eróticos, e se vocês notarem tem muitos deles com resenhas por aqui. Adoro o estilo, mas sempre procuro ver o que cada um está sugerindo o prometendo durante a leitura. Vou me repetir e dizer que a narrativa da Audrey é realmente gostosa de acompanhar, mas ver a Mia reclamando que está necessitada por fazer dois dias que só trabalha e está sem sexo, logo depois ver ela dizendo que nada seria melhor do que ser comida (e sim, nesse livro ela fala exatamente isso) para ainda sentir que está sendo traída pelo Wes? Sim, porque ela passa um mês inteiro sem dar sinal de vida para o surfista só porque o viu em uma revista de fofocas acompanhado. E ela estava o que? Sozinha?
A garota do calendário é uma série que me conquistou e que sim, vou continuar acompanhando a Mia e torcendo para que ela coloque de uma vez alguns ensinamentos na sua cabeça. Como em Abril - que trás o assunto do câncer de mama - foi legal ver uma campanha de roupas de banho com o tema 'amor em todos os tamanhos' onde ela cita que tem modelos que usam entre 48 e 52. Embora a Mia não possa ser chamada de plus size (ela só tem peitos e bunda grande e ela mesma confirma que é a menor entre todas) foi interessante ver o assunto sendo tocado na história. Acho que mesmo a série sendo um romance erótico, talvez se esses outros assuntos fossem abordados de uma forma mais completa, a irritação com a Mia seria bem menor.
Maio nos leva para um paraíso perfeito, que apresenta um pouco de uma cultura diferente do normal e também temos alguns momentos mais família para a Mia. Isso é interessante, mas confesso que o livro não ficou entre os meus preferidos. Embora tenha partes muito legais, e eu tenha ficado completamente apaixonada por Tai (e quem não ficaria com um moreno perfeito ao estilo Dwayne Johnson?), o comportamento da Mia me incomodou um pouco e eu espero que ela esteja um pouco diferente no próximo livro. Afinal, estamos chegando na metade do ano e parece que tudo o que ela aprendeu é para ser usado no quarto. Nada contra, acho importante se encontrar nesse ponto também, mas se empolgar com o próximo cliente - e já pensar em sexo, mesmo que seja com o seu filho bonitão - e depois querer ficar de birra por causa do Wes também estar atrás de sexo já está começando a cansar um pouquinho. Então, que venha Junho e que alguma coisa finalmente entre na cabeça de Mia...
" - Você não pode ser real - sussurrei em seus lábios molhados. - Os homens não são altruístas assim.
- Ah, querida, estou longe de ser altruísta e quero te mostrar que, quando quero algo, eu pego. Como vou fazer com o seu corpo.
- Sim, por favor." (pág. 56)
Tai é um homem incrível. Além de lindo, todo sexy e super quente, ele tem uma personalidade que qualquer mulher seria muito sortuda em encontrá-lo por aí. É aquele tipo de homem para casar - pois é perfeito em todos os sentidos. O relacionamento entre ele e Mia surge de maneira instantânea - e os dois pegam fogo juntos. Tudo bem que depois de uma noite com um cara desses, qualquer mulher ficaria querendo por mais sexo o tempo inteiro. Mas a Mia anda com um fogo cada vez mais difícil de apagar - e tem alguns momentos em que ela parece que não consegue pensar em nada mais do que sexo.
Eu não tenho problemas com livros eróticos, e se vocês notarem tem muitos deles com resenhas por aqui. Adoro o estilo, mas sempre procuro ver o que cada um está sugerindo o prometendo durante a leitura. Vou me repetir e dizer que a narrativa da Audrey é realmente gostosa de acompanhar, mas ver a Mia reclamando que está necessitada por fazer dois dias que só trabalha e está sem sexo, logo depois ver ela dizendo que nada seria melhor do que ser comida (e sim, nesse livro ela fala exatamente isso) para ainda sentir que está sendo traída pelo Wes? Sim, porque ela passa um mês inteiro sem dar sinal de vida para o surfista só porque o viu em uma revista de fofocas acompanhado. E ela estava o que? Sozinha?
"Você está bastante perdida e em uma grande jornada. Não tenha medo. Vai encontrar muitas alegrias antes de se comprometer com o seu "para sempre"." (pág. 51)
Maio nos leva para um paraíso perfeito, que apresenta um pouco de uma cultura diferente do normal e também temos alguns momentos mais família para a Mia. Isso é interessante, mas confesso que o livro não ficou entre os meus preferidos. Embora tenha partes muito legais, e eu tenha ficado completamente apaixonada por Tai (e quem não ficaria com um moreno perfeito ao estilo Dwayne Johnson?), o comportamento da Mia me incomodou um pouco e eu espero que ela esteja um pouco diferente no próximo livro. Afinal, estamos chegando na metade do ano e parece que tudo o que ela aprendeu é para ser usado no quarto. Nada contra, acho importante se encontrar nesse ponto também, mas se empolgar com o próximo cliente - e já pensar em sexo, mesmo que seja com o seu filho bonitão - e depois querer ficar de birra por causa do Wes também estar atrás de sexo já está começando a cansar um pouquinho. Então, que venha Junho e que alguma coisa finalmente entre na cabeça de Mia...


































