Todos os nossos ontens - Cristin Terrivil
25/01/2016

O que um governo poderia fazer se pudesse viajar no tempo?
Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse?
Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?
Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas. O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo. O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo...
Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse?
Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?
Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas. O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo. O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo...
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Olá pessoal! A resenha de hoje é sobre uma distopia promissora, cuja contracapa indica um thriller brilhante, feita para os fãs de jogos vorazes. Será mesmo?
Ao primeiro contato com o livro Todos os nossos ontens (Editora Novo Conceito), curti a capa e a sinopse, claro. (Sou fã de Jogos Vorazes e de todas as distopias que seguem essa trilha).
Os primeiros capÃtulos foram rápidos e muito promissores, com uma forte carga de tensão e suspense. Realmente fiquei empolgado com essa leitura, até a autora começar a derrapar no roteiro e fazer aquela lambança básica em sua promissora história distópica... De tanto viajar no tempo, transitando por situações de muito perigo, a autora acabou literalmente parando no tempo e congelando sua história, que em certo ponto, parece não andar pra frente nem voltar pra trás. (E como dói ler uma história que não sai do lugar, e que você se sente mais enrolado a cada página!)
350 páginas de uma história que se arrasta lenta, depois que um personagem é baleado (Não contarei quem é, pra evitar spoilers), e só se resolve em seu final, de forma muito básica e sem surpresas.
Realmente, cheguei ao final do livro com pena da história, que tinha tudo pra dar certo mas acabou parando no tempo logo nos primeiros capÃtulos e não cresceu em conteúdo.
Todos os nossos ontens, de Cristin Terrill, teve um forte apelo de marketing junto ao público Young Adult e foi lançado por uma grande editora, mas definitivamente destruiu meu tempo de leitura e não salvou em nada meu futuro.
Por Ricardo Brandes










