O amor mora ao lado–Debbie Macomber
06/01/2014
Lacey Lancaster sempre quis ser esposa e mãe. No entanto, depois de um divórcio bastante doloroso, ela decide que é hora de dar um tempo em seus sonhos e seguir sozinha mesmo. Mas não tão sozinha: sua gatinha abissÃnia, Cléo, torna-se sua companhia de todas as horas. Até é uma vida boa — um pouco aguada, é verdade — a de Lacey. A não ser por seu escandaloso vizinho, Jack Walker. Quando Jack não está discutindo, sempre em voz muito alta, com sua namorada — com quem insiste em morar junto — está perseguindo seu gato, chamado Cão, pelos corredores do prédio. E Cão está determinado a conseguir que a gatinha Cléo sucumba aos seus avanços felinos. Jack e Cão são realmente muito irritantes. Mas acontece que a primeira impressão nem sempre é a que fica...
O amor mora ao lado foi o primeiro livro que li de Debbie Macomber e creio que foi um ótimo começo. Leve e divertido tem aquele super toque de sessão da tarde, de ser tudo o que você precisa em um dia de chuva. E embora eu não o tenha lido em um dia de chuva, cada vez que chove eu penso seriamente em reler o livro...
O livro é curto e embora tenha uma nota da autora de que o livro teria um gato como personagem principal, eu não senti isso... Quer dizer, achei que Cléo e Cão seriam mais impositivos e fundamentais para o relacionamento de Lacey e Jack. Mesmo assim, adorei as interações, ri um monte com o jeito de Lacey e suas divagações e foi impossÃvel não torcer pelo casal.
A Novo Conceito caprichou na edição. Eu adoro gatos e achei muito fofos os gatos no final de cada capÃtulo assim como os no inÃcio (quer conferir? espia só). Perfeitos para colocar aquele sorriso bobo no rosto enquanto você começa mais uma parte do livro . Gostei também das imagens de divulgação do livro (essas acima) que estão disponÃveis no Facebook da Editora.
De um jeito simples e envolvente, Debbie Macomber nos presenteia com uma narrativa deliciosa como um café com as amigas. Sem grandes reviravoltas ou um enredo mirabolante, exatamente o que eu precisava no momento que peguei o livro. E exatamente por isso, foi impossÃvel não gostar e impossÃvel não querer mais.










