Oi Amores, tudo bem?
Hoje estou aqui para dividir com vocês as novidades do Grupo Companhia das Letras e seus selos. Então, peguem papel e caneta para anotar os próximos queridinhos para sua lista de leituras :)
Começando pelo selo Seguinte, com dois livros que serão destaques na Flipop - que é um Festival de Literatura Pop que acontece em SP entre os dias 29 de Junho e 1 de Julho. Você pode saber mais sobre o Festival clicando aqui.
Céu sem estrelas é o primeiro livro da Iris Figueiredo na Seguinte, será lançado oficialmente na FLIPOP. O livro é uma história sobre saúde mental, sobre amizade, sobre famÃlia, sobre aquele comecinho de faculdade, sobre se encontrar... e ainda tem um romance muito fofo.
Um romance sensÃvel e envolvente sobre autoestima, famÃlia e saúde mental.
CecÃlia acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrÃvel com a mãe, a garota decide ir passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento.
Apesar de estar encantado por CecÃlia, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. CecÃlia, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.
A editora também está relançando Dias de despedida, do Jeff Zentner. O Jeff estará de volta ao Brasil para participar da FLIPOP, e eu estou curiosa com a sinopse desse livro a um tempinho mas como ando tentando fugir de livros que me fazem chorar fico protelando para colocar na lista de leituras... Mas para quem curte um livro com lágrimas, não perca a chance de ler (ou reler!)
Uma história tocante sobre luto, amizade e superação, que mostra que os pequenos momentos com as pessoas que amamos são o que realmente importa — e o que as torna inesquecÃveis.
"Cadê vocês? Me respondam."
Essa foi a última mensagem que Carver mandou para seus melhores amigos, Mars, Eli e Blake. Logo em seguida os três sofreram um acidente de carro fatal. Agora, o garoto não consegue parar de se culpar pelo que aconteceu e, para piorar, um juiz poderoso está empenhado em abrir uma investigação criminal contra ele.
Mas Carver tem alguns aliados: a namorada de Eli, sua única amiga na escola; o dr. Mendez, seu terapeuta; e a avó de Blake, que pede a sua ajuda para organizar um “dia de despedida” para compartilharem lembranças do neto.
Quando as outras famÃlias decidem que também querem um dia de despedida, Carver não tem certeza de suas intenções. Será que eles serão capazes de ficar em paz com suas perdas? Ou esses dias de despedida só vão deixar Carver mais perto de um colapso — ou, pior, da prisão?
Quem tem medo do feminismo negro? é uma coletânea de artigos mais um ensaio inédito da escritora, filósofa e ativista Djamila Ribeiro. É um grande lançamento do selo Companhia e um livro muito necessário para o debate atual.
Um livro essencial e urgente, pois enquanto mulheres negras seguirem sendo alvo de constantes ataques, a humanidade toda corre perigo.
Quem tem medo do feminismo negro? reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista CartaCapital, entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de “silenciamento”, processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raÃzes e não mais querer se manter invisÃvel. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante.
Muitos textos reagem a situações do cotidiano — o aumento da intolerância à s religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as polÃticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.
Pela Suma, tem O tempo desconjuntado, obra de Philip K. Dick, um dos principais nomes da ficção cientÃfica no mundo. Esse livro ainda não tinha sido lançado por aqui e chega em uma edição lindÃssima de capa dura. Aviso da Editora: você corre altos riscos de questionar se tudo ao seu redor é real ou imaginário.
Um romance impressionante de um dos maiores nomes da ficção cientÃfica. Philip K. Dick faz o leitor duvidar do real e se perguntar a todo momento até que ponto a paranoia é justificada.
Com edição especial em capa dura e projeto gráfico arrojado, uma obra inédita de Philip K. Dick chega ao Brasil, trazendo um retrato único da construção do medo, da desconfiança e da própria realidade.
Ragle Gumm tem um trabalho bastante peculiar: ele sempre acerta a resposta para um concurso diário do jornal local. E quando ele não está consultando seus gráficos e tabelas para o trabalho, ele aproveita a vida tranquila em uma pequena cidade americana em 1959. Pelo menos, é isso que ele acha.
Mas coisas estranhas começam a acontecer. Primeiro, Ragle encontra uma lista telefônica e todos os números parecem ter sido desconectados. Depois, uma revista sobre famosos traz na capa uma mulher belÃssima que ele nunca tinha visto antes, Marilyn Monroe. E para piorar, objetos do dia a dia começam a desaparecer e são substituÃdos por pedaços de papel com palavras escritas, como “vaso de flores” e “barraca de refrigerante”. A única alternativa que Ragle encontra para descobrir o que está acontecendo é fugir da cidade e de todos esses acontecimentos bizarros, contudo, nem a fuga nem a descoberta serão tão fáceis quanto ele imaginava.
E também tem o lançamento do primeiro livro do brasileiro Gabriel Tennyson pela editora: Deuses caÃdos é uma mistura de terror, suspense e fantasia urbana .
Em Deuses caÃdos, Gabriel Tennyson nos leva em uma investigação sombria e grotesca, percorrendo os cantos escuros do Rio de Janeiro, onde as sombras têm olhos e garras, e de onde o leitor desavisado pode nunca escapar.
Um serial killer com poderes paranormais está assassinando evangelistas famosos — e os vÃdeos de cada um deles sendo torturados ganham cada vez mais público na internet. O assassino se proclama o novo messias, e os pecadores devem temer sua justiça. O que a Sociedade de São Tomé teme, no entanto, é que ele acabe com o trabalho de séculos de manter o sobrenatural bem afastado da consciência da população, embora seres mágicos povoem o submundo da cidade.
Para garantir que o assassino seja capturado e o máximo de discrição mantida, a Sociedade convoca Judas Cipriano — um padre indisciplinado, descendente de são Cipriano e herdeiro de alguns poderes celestiais. Veterano nesse tipo de caso, o padre é enviado para trabalhar como consultor da PolÃcia Civil e fica responsável por apresentar à jovem inspetora Júlia Abdemi o lado mÃstico da cidade.
Para resolver o caso — e sobreviver —, os dois precisarão de toda ajuda que puderem encontrar... O que inclui se unir a uma súcubo imortal, um dragão chinês traficante de armas mágicas e um gárgula que é a sÃntese da sociedade carioca.
Com protagonistas cativantes, um vilão extraordinário e criaturas sobrenaturais reinventadas de maneiras sombrias, Deuses caÃdos une o melhor do thriller e da fantasia urbana em uma investigação vertiginosa com um final épico.
Pela Alfaguara, tem De espaços abandonados, uma obra diferente e complexa da premiada escritora gaúcha Luisa Geisler (que vocês talvez já conhecem e por causa do Luzes de emergência se acenderão automaticamente - que tem o tÃtulo mais interessante de todos!!!).
De espaços abandonados é um mosaico narrativo de várias vozes, um livro sobre procurar alguém e se perder no processo. Nele, Luisa Geisler constrói com maestria uma trama complexa com personagens envolventes que desafiam os limites das páginas.
Maria Alice é introspectiva e mÃope; muito mÃope. Sua mãe, que sofria de distúrbio bipolar, desapareceu sem deixar pistas, e Maria Alice está disposta a viajar o mundo para reencontrá-la. Posts em um blog sobre espaços abandonados e exploração urbana a levam a Dublin, onde passa a viver com brasileiros que decidiram ganhar a vida no exterior, mas que perderam (ou ignoraram) o rumo. Em sua incerta busca, ela acaba seguindo o próprio desejo de se perder.
Ao mesclar cartas, trechos de livros, manuais de escrita, depoimentos e arquivos perdidos em computadores, Luisa Geisler costura a vida de uma série de brasileiros autoexilados na Irlanda, em busca de um futuro melhor, ainda que não saibam o que procuram.
Este livro não traça apenas a jornada de uma mulher em busca da mãe. Ele refaz, também, a história de personagens perdidas, que buscaram uma vida melhor em outros paÃses, mas acabaram reencontrando antigos problemas nelas mesmas. São pessoas que por anos ouviram histórias sobre ganhar em euro e a mÃtica da sorte irlandesa, mas que agora estão entre tentar achar uma forma de fugir da vida ou encará-la de frente.
Pra quem gosta de Quadrinhos na Cia, chega o primeiro volume de Garota-ranho. Essa é uma nova série do Bryan Lee O’Malley (da série Scott Pilgrim), mas dessa vez não é ilustrada por ele, e sim pela artista Leslie Hung, que ficou encarregada de nos mostrar o universo da blogueira de moda de cabelo verde e alergias constantemente atacadas Lottie Person.
Do mesmo criador do fenômeno Scott Pilgrim, Garota-ranho é uma das séries mais ousadas, engraçadas e espertas dos quadrinhos atuais.
Lottie Person é uma blogueira de moda que vive uma vida absolutamente incrÃvel — ou pelo menos é o que ela quer que você acredite. A verdade é que sua alergia está fora de controle, seu nariz não para de escorrer, o namorado a trocou por uma garota mais nova e é possÃvel que ele tenha cometido um homicÃdio. Este é o primeiro volume do sensacional Garota-ranho, de Bryan Lee O’Malley, criador de Scott Pilgrim, e da desenhista Leslie Hung.
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E por último, para os fãs de Dav Pilkey, a Companhia das Letrinhas lançou o segundo volume do Homem-Cão: O Homem-cão desgovernado!
Antes do Capitão Cueca, Jorge e Haroldo criaram um herói que bebe água da privada, rola sobre os bandidos e late na cara do perigo: o Homem-Cão! Essa é a continuação de suas aventuras (e confusões).
Quando o oficial Rocha e seu cachorro Greg sofrem um acidente, o único jeito de os dois sobreviverem é fundindo a cabeça do cão com o corpo do policial — e é assim que nasce o Homem-Cão, o melhor policial da cidade! Mas ele ainda está aprimorando suas habilidades no trabalho.
Pepê, o gato, seu maior inimigo, fugiu da Prisão dos Gatos mais uma vez e está apavorando a todos com seus atos criminosos. A vilania parece um peixe fora d’água solto pela cidade. Mas o Homem-Cão está à solta — e desgovernado! — para deter os malvados da vez. Será que ele vai conseguir manter o foco longe dos brinquedos do pet shop e salvar a cidade mais uma vez?
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E ai pessoal, o que acharam?
São muitas opções, não é mesmo?
Conta pra gente qual não vai ficar de fora da sua lista...
Adoramos ler seus comentários ;)
Eu já tinha falado sobre Devil aqui no blog, quanto a pré-venda ficou disponÃvel e agora estou aqui para dividir um pouco mais do livro, e claro, trazer a resenha de um livro que me deixou apaixonada e querendo mais.
Eu já tinha dividido com vocês a sinopse e capa de The Right Stud, e hoje trago a resenha desse livro encantador, que me deixou apaixonada e querendo mais livros da Ilsa Madden-Mills & Tia Louise.
“Você já desejou poder voltar no tempo e dar conselhos para si mesmo? Já quis ter coragem de falar como é forte o amor que sente por alguém? Alguma vez já se perguntou por que uma pessoa importante na sua vida parou de falar com você? A partir de contribuições anônimas, Emily Trunko reuniu nesta coletânea cartas que revelam segredos profundos de quem as escreveu. Afinal, muitas vezes o único jeito de lidar com nossos sentimentos mais intensos — seja um amor incondicional ou uma perda irreparável — é botando tudo no papel. A leitura destas cartas nos permite mergulhar na vida de seus remetentes e, ao mesmo tempo, redescobrir nossa própria história e perceber que, mesmo nos piores momentos, não estamos sozinhos.”
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Olá! Já pensou em escrever uma carta anônima, para
desabafar suas maiores dores e problemas? Publicá-la na internet, de forma
anônima, para que mais pessoas compartilhem sua experiência de vida? É bem
sobre isso que trata a resenha de hoje!
Ao receber em mãos o livro Cartas Secretas Jamais Enviadas (Publicado no
Brasil pela Editora Seguinte), logo fiquei contente: uma obra colorida e cheia
de imagens bacanas, com um tema que me interessou, a princÃpio:
Emily Trunko, uma adolescente norte-americana, criou um blog para ajudar
adolescentes com dificuldades parecidas com as suas. E faz tanto sucesso, que seu
projeto acabou virando livro!
OK. Até aqui, tudo ótimo, só elogios. Mas... No decorrer da leitura, acabei
percebendo que a maioria das carta e textos tratam de problemas e questões
complicadas, muito difÃceis de lidar sem o anonimato. Sim, o livro traz uma
carga um tanto depressiva, ao revelar problemas de AMOR, FAMILIA, CORAÇÂO
PARTIDO, TRAICAO, entre outros. (Todos os temas e suas cartas são divididos em
capÃtulos bem curtinhos).
No final da obra, encontrei os dois melhores capÃtulos. E também uma
sessão “compartilhe e escreva sua carta”, onde a autora incentiva o leitor a
revelar suas maiores dores e dilemas.
Se gostei da leitura? Não. Esta é uma obra cheia de dores, problemas e
fortes questões, em grande parte direcionadas ao público adolescente. O intuito
da autora com esta obra foi muito válido, mas ao final da leitura, tive a
sensação de ter lido uma obra de auto-ajuda um tanto negativa, que me deixou
pra baixo. Não curti!
Recomendo, para quem tem curiosidade em descobrir o que há de mais
profundo na alma humana. Leia, escreva sua carta, se tiver necessidade. Mas
aprecie este livro com moderação, para não acabar ainda mais na deprê!




























